
A Johson & Johnson ssempre fora uma empresa bem gerenciada, lucrativa e fabricando produtos de ótima qualidade. Durante os anos 80 ela possuia 165 comapanhias em 53 paises, tendo no total 77 mil empregados. No dia 30 de setembro de 1982, um assistente recebe o telefona de uma reporter de Chicago, dizendo que algumas pessoas estavam morrendo invenenadas por terem tomado o Tylenol. O Tylenol na época obtinha 35% do mercado de analgésicos e era responsável por 20% do lucro. A empresa sempre fora uma empresa Low Profile, ou seja, não gostava de aparecem na mídia, era discreto. Porém com essa crise, ele fez o contrário, abriu suas portas para os reporters.
Um comunicado fora dito que o responsável era o cianeto, porém a empresa anunciou que a informação estava incorreta, pois realizavam apenas testes com o produto e não colocavam nos remédios. Ele recolhera na cidade Chicago todos os vidros do remédio (93 mil), tendo um gasto de meio milhõ de dolares. Suspendeu os anuncios do produto, e acreditara que o problema estava resolvido. Aparecem novamente reclamações, mas na Califórnia, sendo recolhido todos os vidros do pais (30 milhões), com o gasto de 100 milhões. As pessoas suspeitavam que a empresa fora vitima na pós produção do produto por um terroristo ou psicótico.
Com todas as buscam e investigações feitas pela empresa, acharam somente 8 vidros contaminados. Eles relançaram o produto novamente, só que desta vez na versão "a prova de sabotagem" com o vidro lacrado. No incio de 1983 recuperal 95% de sua participação no mercado e aprenderam que a crise fora um fator que fez a empresa dar um salto qualitativo em termos de empacotamente e comunicação.

