sábado, 24 de outubro de 2009

Caso Tylenol


A Johson & Johnson ssempre fora uma empresa bem gerenciada, lucrativa e fabricando produtos de ótima qualidade. Durante os anos 80 ela possuia 165 comapanhias em 53 paises, tendo no total 77 mil empregados. No dia 30 de setembro de 1982, um assistente recebe o telefona de uma reporter de Chicago, dizendo que algumas pessoas estavam morrendo invenenadas por terem tomado o Tylenol. O Tylenol na época obtinha 35% do mercado de analgésicos e era responsável por 20% do lucro. A empresa sempre fora uma empresa Low Profile, ou seja, não gostava de aparecem na mídia, era discreto. Porém com essa crise, ele fez o contrário, abriu suas portas para os reporters.

Um comunicado fora dito que o responsável era o cianeto, porém a empresa anunciou que a informação estava incorreta, pois realizavam apenas testes com o produto e não colocavam nos remédios. Ele recolhera na cidade Chicago todos os vidros do remédio (93 mil), tendo um gasto de meio milhõ de dolares. Suspendeu os anuncios do produto, e acreditara que o problema estava resolvido. Aparecem novamente reclamações, mas na Califórnia, sendo recolhido todos os vidros do pais (30 milhões), com o gasto de 100 milhões. As pessoas suspeitavam que a empresa fora vitima na pós produção do produto por um terroristo ou psicótico.

Com todas as buscam e investigações feitas pela empresa, acharam somente 8 vidros contaminados. Eles relançaram o produto novamente, só que desta vez na versão "a prova de sabotagem" com o vidro lacrado. No incio de 1983 recuperal 95% de sua participação no mercado e aprenderam que a crise fora um fator que fez a empresa dar um salto qualitativo em termos de empacotamente e comunicação.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Gestão de Crise


Todo o cotidiano de qualquer empresa possui crises. Como a desvalorização da moeda, ou o falecimente do administrador, fracosso nas vendas de um novo produto, entre outros.

A crise sempre é oriunda de algum lugar, podendo ser classificada em dois modos: Nova demanada social e Tecnologia. A primeira visa no código de defesa do consumidor, minoria de grupos organizacionais (GLS, negros, etc.), o meio ambiente, a cobrança ética e reponsável com a sociedade; a segunda é voltada para a rapidez em que as pessoas tem acesso a uma informação com os aparelhos de comunicação, contruindo assim a opinião pública.

Um crise empresarial pode ser interna (buscando estratégias para trazer a normalidade operacional) ou externa (extrapolam o ambiente interno da organização, afetando diferentes públicos de interesse e repercurtindo na comunicação). As suas etapas são dividadas em três partes a pré - crise (persepsão e análise de risco de que a crise acontecerá); ápice (estora a crise e os jornalistas procuram ostentar constantemente) e por último a pós - crise (resultado do que gerou e análise da bolsa de valores, se estabilizou, e campanha de valores.

Para uma empresa comseguir uma extratégia rápida, durante o processo de crise, ela deve avaliar quais seriam seus supostos riscos, elaborando a partir disto o plano de contingencia. O plano de contingencia são documentos onde são postas medidas que devem ser tomadas por uma empresa durante uma eventual crise.

As etapas para o plano são: Qual a imagem da empresa?; qual a sua crise?; qual o meu comando? qual é o meu rumo?; qual a minha face (porta - voz)?; qual é a minha arma (rapidez)?; qual é o meu alvo? Para o trinamento de porta-voz, são realizados simulações (Media Trainning), que prepraram seus movimentos, sua dicção, sua vestimenta, o que falar, entre outros.




domingo, 4 de outubro de 2009

Louis Vuitton


Atualmente a Louis Vuitton tornou-se a maior potência do luxo mundial, passando por vários processos históricos. Para se estabelecer a ultima crise, a empresa teve que se equilibrar e se estabelecer em novos mercados.Hostóricamente a Louis Vuitton teve inicio em 1854, fabricanco malas para a imperatriz Eugenie, esposa do imperador Napoleão III, da França.

Levou muitos anos para esta marca chegar ao seu patamar, tendo sua primeira empreitada em 1977, com duas lojas de produtos e chegando a um valor lucrativo de 1,2 milhão de dolares. A companhia centenária tornou-se simbolo de status no planeta, porém, ela busca equlibrar-se ainda mais neste momento pós - crise para continuar a crescer. Será necessário ampliar o mercado na classe média, o que fora um significativo aumento emergente no ano de 2007, mas sem pode perder a aurea de vender os produtos exclusivos.

Yves Carcelle (herdeiro do grupo), disse que a empresa precisa ser clássica para continuar entrando nos novos mercados, mas para dar certo, deve haver muita diciplina. Segundo a uma pesquisa recente a consultoria interbrand, o monograma LV é a 16ª marca mais valiosa do mundo, todo este cuidade dito por Carcelle é muito válido. Anteriormente a Louis Vuitton era reconhecida apenas como uma empresa de acessórios, até a chegada de Marc Jacobs em 1998, com seus desfiles dando uma aura fashion. Suas coleções resgataram o prestigio da marca e o tornaram o rosto da empresa.

Hoje, a Louis Vuitton fatura mais de 20 bilhos de dolares e seus materiais são altamente valorisados por sua autonomia de produção: uma bolsa é feita por grupo de 6 a 12 funcionários. A partir de agora, toda a nova estratégia do grupo vai depender de um bom desempenho nos mercados emegentes, um deles é o BRIC (Brasil, Russia, India e China).