domingo, 27 de setembro de 2009

Marketing de Luxo


Desde os primórdios, o luxo sempre fora associada à realeza, ao poder e a exclusividade (os egípcios, os gregos, os romanos, entre outros). O processo do luxo continuou, mas em uma pequena indulgência pelo mundo. Não importa em que classe esteja, qualquer pessoa se autogratifica, dando-se um luxo.
O luxo não se define apenas em conforto e elegância (motivo para se pagar caro). Há pessoas que classificam o luxo como simplicidade. Ser simples é ser luxuoso, por exemplo, hotéis de países exóticos que oferecem todo o luxo aos seus clientes, mas ao mesmo tempo, o cliente está na simplicidade do local. Ele adota classificações como: estética, prazer, tradição, simplicidade, bom gosto e o bom consumo. Para toda marca de luxo há um segmento no mercado, ou seja, há um publico específico que possui condições de pagar os preços exorbitantes para realizar suas vontades. Os produtos do luxo são classificados como produtos hedônicos, dão prazer àqueles que o compram.
Há empresas do segmento, que são centenárias (Herme), que para continuar com o seu tradicionalismo, fabricam seus lenços de seda italiana, mantendo a sua estética e a sua exclusividade.
No Brasil os produtos mais consumidos são: moda, bebidas, relojoarias / jóias, cosméticos e hotéis. As marcas mais consumidas são: Armani, H Stern, Tiffany, Channel e Luis Vuitton.
O perfil consumidor / consumidora no Brasil são mulheres de 26 à 35 anos, casadas, sem filhos, formação superior, paulistanas e gastam R$ 5.800,00 por mês. No país, o nível mundial do luxo é pequeno comparado aos EUA e a Europa.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

CASE - CAMISETERIA


A evolução para acompanhar as novidades do mercado globalizado está crescendo. Um desses casos envolve o site Camiseteria, fundada por dois empresários do Rio de Janeiro.

A Camiseteria tem como objetivo atrair um usuário que goste de trabalhar com desenhos, assim este acaba enviando o layout para o site. Os empresários colocam a imagem como a estampa das camisetas e colocam a venda. Caso obtenham muitas vendas, a pessoa que forneceu o layout ganhar uma porcentagem do dinheiro. O processo inteiro é realizado pela internet, para participar é só se cadastrar no site http://www.camiseteria.com/.

A empresa "ponto com", realiza concursos temáticos, ao qual promove desafios para todos os usuários. Para introduzir mais a sua marca nas mentes dos consumidores e dos usuários, a camiseteria criou um perfil no TWITTER, postando todas as novidades para aqueles que se interessarem pela proposta.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Redes Sociais (teias da comunicação)

Atualmente, a nossa comunicação apresenta variados recursos, uns deles são utilizados na Internet. As empresas estão facilitando o tempo dos usuários na rede online, pois estão se tornando cada vez mais espertos com o aumento da globalização. Um exemplo citado é a página BuscaPé, que busca o menor preço para o produto pesquisado pelos usuários. As empresas atuais aderem à colaboração no comportamento das pessoas, nas redes sociais (Orkut, facebook, etc), para usarem ao seu favor. Este caso pode ser exemplificado pelas buscar orgânicas feitos no google, ao qual apresenta blogs de pessoas dando indicações de produtos, ou seja, os internautas buscam indicações e as empresas estão voltando-se para este comportamento. Há programas de computadores atuais que mostram todo o trajeto que o usuário fez até chegar ao site.

A internet surgiu como uma forma de comunicação militar nos Estados Unidos. A partir de 1995 houve o BANG no mundo, onde muitos a aderiram para as suas necessidades. A Internet hoje pode repassar informações muitas vezes restritas em alguns locais. Este é o caso do Irã, onde cortaram toda a sua rede de comunicação para fora do país. Porém seus vizinhos usavam a tecnologia online para buscar informações e os acontecimentos do Irã para repassar ao mundo.

A comunicação online está cada vez mais acessível às pessoas, por exemplo, cartões que são vendidos nos aeroportos para conectar-se na Internet. Este é um medo enfrentado por muitos políticos brasileiros, “o fácil acesso da comunicação”, pois quanto mais as redes se integram, mais o mundo fica potencializado. Uma lei fora criada para impedir os argumentos na internet contra qualquer político no período das eleições. Esta idéia fora protestada por várias pessoas pelo fato da idéia ter sido analisada como possível proposta.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Johnson & Johnson - 4º Sinônimo de produto


Tornar uma marca "sinônimo de uma categoria de produtos" é uma grande conquista.
A Johnson & Johnson tem uma grande liderança de mercado, além disso, muitos de seus produtos tornaram-se substantivos comuns no dicionário (
Band - Aind, Cotonete, Modess). Para conseguir todos estes méritos, a Johnson & Johnson começou com um ponto de partida,.fora criada a partir do nome de James Johnson em 1886, produzindo compressas cirúrgicas.
Em 1934 o
Modess comelça a ser lançado no mercado. Durante esta época, havia um grande preconceito para conversar sobre a sexualidade. A estrategia fora em criar uma personagem ficticia chamada Anita Galvão, ao qual respondia dúvidas das consumidoras sobre temas que não eram trados em casa e na escola.
O
Band - Aid fora lançado em 1947 assim como o Cotonete, tornando-se com o tempo, substantivos comuns.
A estratégia mais lembrada por todos os consumidores foi a criação do concurso Bebê Johnson, (1965 à 1969) criado para premiar o bebê mais bonito e difundir conceitos de saúde, ao qual derpertavam beleza e robustez. Este concurso só voltou em 2007 com outros critérios de avaliação, elegendo a relação mais bonita entre mãe e filho.
Nos anos 80 entrava no Brasil o
SunDown. Os brasileiros, que cultivavam a cultura do bronzeamento, não achavam o produto muito adequado. Sua estratégia fora basear-se no cuidado com os raios solares e um comercial criativo provendo um pimentão veremelho com óculos de sol.
Durante o ano de 2007 a empresa investiu R$ 61,5 milhões em anuncios publicitários, entrando na 37ª posição do ranking. Inovações com cada produto são feitas para acompanhar as mudanças no mercado e os gostos dos clientes. A Johnson & Johnson pratica, antes mesmo de virar moda, respostabilidade social, aconselhando os jovens sobre os cuidados com sexualidade.
Atualmente, a marca é bem quista perante os médicos e famarceuticos, sendo sempre indicada para a saúde, higiene e qualidade das pessoas.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O que torna as empresas mais queridas


O mercado global está mundando.
Atualmente as empresas estão mais preocupadas em conquistar os clientes do que meramente serem lembrados por eles. Para conquistar todos os seus stakeholder (público de interesse), é necesário realizar estratégias para desencadear seus interesses, pois de acordo com pesquisas realizadas, a fidelização é originada pela emoção.
Muitas impresas implantam em seus negócios o CRM (custumer relationship management), é nada mais que "gestão de relacionamento com o cliente". Esta estratégia gera em muitas respostas de acordo com suas necessidades.
Nem tudo gira em torno dos clientes, pois uma boa compra pode corresponder a um bom atendimento. O colaborador é um icone muito importante no relacionamento com o cliente. Se ele for bem instruído, orientado e obter apoio, a produtividade e qualidade do produto aumentará.
Muitas empresas não possuem este tipo de pensamento, pois assim como tinham ótimos resultados, agora encontram-se vulneráveis pelas criticas que enfrentam.
De acordo com Wolfe (2008), as empresas mais queridas adotam uma ampla visão. Em vez de ver um mundo de um ângulo restrito e limitado, elas vêem suas infinitas possibilidades positivas. A afirmação do autor transmite que as empresas querem ser top of hear do que top of mind.




A construção da imagem

Os textos estudados em sala de aula pela professora Laura, enfocam a construção da imagem de uma empresa. Quando a empresa possui uma longa trajetória no mercado e tem a necessidae de ser vendida, todo um laudo de avaliação é feito para calcular seus valores intangíveis. O valor intangível é “tudo o que não tem um valor claramente definido, expresso numa nota fiscal ou no balanço”.

Os calculos são altamente consideráveis para a venda da empresa, pois eles representam uma grande fatia da porcentagem total de seu valor. Um exemplo apontado é o da marca Gillette, seus valores intangíveis chegaram a 35 bilhões no mercado. Agora imagine o quanto valeria a imagem e a reputação da Coca – Cola que está no mercado há anos.

Atualmente, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), está focando um trabalho que aborda uma metodologia própria para a avaliação do capital intangível. No Brasil, a partir de 2009, será obrigado contabilizar estes valores intangíveis das empresas quando houver incorporação ou aquisição, as mesmas normas ocorrem em alguns países já nos anos anteriores.

A construção de uma boa imagem para a empresa pode ser muito benéfica para negociações de futuras compras .

terça-feira, 1 de setembro de 2009

27/08 - Imagem e Reputação


Aula apresentada pela professora Laura Glüer abordando cases de empresas em situações de crise de reputação no mercado.

Fora aplicado aos alunos uma aula de PPT, ao qual relata informações sobre empresas que competem entre si e precisam lidar com uma reputação (imagem) positiva no mercado, pois se for necessário vendê-la, o primeiro passo a ser pesquisado é a sua imagem.

A professora cita que a reputação empresarial é uma grande arma para vencer a concorrência, mas podem ocorrer fatos (crises), que podem comprometê-la. Este caso fora apresentado aos alunos, comparando os acidentes da TAM e AIR FRANCE, aos quais foram avaliados.

A TAM apresenta um histórico negativo causado pelos inúmeros acidentes, ao contrário da AIR FRANCE. Tudo fora analisados por fotos, imagens de revistas (Época/ Veja) e de como fora o comportamento da mídia.

Há vários fatores que podem avaliar a imagem empresarial: lista de discussões, notas que saem da imprensa, comportamento do consumidor, entre outros.

Como diz a apresentação "A imagem positiva de uma empresa (podendo ser avaliada pela auditoria de imagem), equivale a um crédito de confiança adquirido pela organização, associado ao seu bom nome, familiaridade, boa vontade, credibilidade e reconhecimento”.

De acordo com a professora, um erro cometido pela organização, porém bem solucionado, é perdoado pelo o público e pela mídia, mas se o fato ocorrer novamente, será uma grande negligência. “A repetição das crises gera a percepção de despreparo, negligência e falta de respeito com a sociedade, o que hoje, é intolerável nas sociedades de capitalismo mais adiantado”.

Os públicos que pode ser auditados são: clientes atuais, ex – clientes, clientes da concorrência, funcionários, ex – funcionários, parceiros / fornecedores, imprensa e comunidade.