segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Gestão de Crise


Todo o cotidiano de qualquer empresa possui crises. Como a desvalorização da moeda, ou o falecimente do administrador, fracosso nas vendas de um novo produto, entre outros.

A crise sempre é oriunda de algum lugar, podendo ser classificada em dois modos: Nova demanada social e Tecnologia. A primeira visa no código de defesa do consumidor, minoria de grupos organizacionais (GLS, negros, etc.), o meio ambiente, a cobrança ética e reponsável com a sociedade; a segunda é voltada para a rapidez em que as pessoas tem acesso a uma informação com os aparelhos de comunicação, contruindo assim a opinião pública.

Um crise empresarial pode ser interna (buscando estratégias para trazer a normalidade operacional) ou externa (extrapolam o ambiente interno da organização, afetando diferentes públicos de interesse e repercurtindo na comunicação). As suas etapas são dividadas em três partes a pré - crise (persepsão e análise de risco de que a crise acontecerá); ápice (estora a crise e os jornalistas procuram ostentar constantemente) e por último a pós - crise (resultado do que gerou e análise da bolsa de valores, se estabilizou, e campanha de valores.

Para uma empresa comseguir uma extratégia rápida, durante o processo de crise, ela deve avaliar quais seriam seus supostos riscos, elaborando a partir disto o plano de contingencia. O plano de contingencia são documentos onde são postas medidas que devem ser tomadas por uma empresa durante uma eventual crise.

As etapas para o plano são: Qual a imagem da empresa?; qual a sua crise?; qual o meu comando? qual é o meu rumo?; qual a minha face (porta - voz)?; qual é a minha arma (rapidez)?; qual é o meu alvo? Para o trinamento de porta-voz, são realizados simulações (Media Trainning), que prepraram seus movimentos, sua dicção, sua vestimenta, o que falar, entre outros.




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