quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dica de filme: O que você faria?


O filme aborda sete executivos que disputam entre si uma vaga numa empresa localizada em Madri, Espanha. Os sete candidatos participam da seleção, cujas provas são extremamente elaboradas, utilizando um método denominado Grönholm. Este método faz com que os participantes fiquem trancados numa sala desenvolvendo inúmeros testes, enquanto são observados por câmeras e um espião disfarçado entre os candidatos. Cada pessoa tem uma diferente característica, sendo negativas e positivas. Estas serão as responsáveis pela eliminação de cada candidato perante as provas a serem realizadas. Como plano de fundo, há um protesto na cidade referente a uma reunião do G – 8, sendo as ruas espanholas ocupadas por inúmeros manifestantes.

Toda a história representa o processo seletivo que as empresas realizam para encontrar o funcionário ideal. Pois como nota-se no filme, há várias características predominantes nas pessoas que definem suas atitudes dentro do mercado de trabalho. Esta característica definirá se o individuo está apto ou não para se juntar na organização.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Cultura organizacional interna


A cultura organizacional comporta uma relação integradora de valores, crenças e expressões. Ela permite que as estratégias, os processos e as políticas de ação sejam compartilhados por todos os membros da organização. Um dos fatores mais importantes nas ações seletivas de uma empresa, é se o individuo entrevistado possui a linguagem comum entre os empregados. As vezes algumas pessoas não tendem a "captar" o cotidiano e o comportamento do local, ficando desestimuladas, como se não fizesse parte da equipe.

A cultura organizacional faz com que os funcionários fiquem mais envolvidos no cotidiano da empresa e passem a trabalhar com motivação. Os funcionários sabem que o comportamento deles reflete nos resultados da empresa. A participação e o envolvimento do público interno de uma empresa certamente contribuem para que o clima organizacional seja positivo e conseqüentemente apropriado para deixar os funcionários comprometidos com o cumprimento de metas da organização. Ele deve transparecer de forma clara, com a intenção de manter os funcionários da organização a par das principais ações da organização (estratégias adotadas e os motivos pelos quais foram adotadas).

sábado, 24 de outubro de 2009

Caso Tylenol


A Johson & Johnson ssempre fora uma empresa bem gerenciada, lucrativa e fabricando produtos de ótima qualidade. Durante os anos 80 ela possuia 165 comapanhias em 53 paises, tendo no total 77 mil empregados. No dia 30 de setembro de 1982, um assistente recebe o telefona de uma reporter de Chicago, dizendo que algumas pessoas estavam morrendo invenenadas por terem tomado o Tylenol. O Tylenol na época obtinha 35% do mercado de analgésicos e era responsável por 20% do lucro. A empresa sempre fora uma empresa Low Profile, ou seja, não gostava de aparecem na mídia, era discreto. Porém com essa crise, ele fez o contrário, abriu suas portas para os reporters.

Um comunicado fora dito que o responsável era o cianeto, porém a empresa anunciou que a informação estava incorreta, pois realizavam apenas testes com o produto e não colocavam nos remédios. Ele recolhera na cidade Chicago todos os vidros do remédio (93 mil), tendo um gasto de meio milhõ de dolares. Suspendeu os anuncios do produto, e acreditara que o problema estava resolvido. Aparecem novamente reclamações, mas na Califórnia, sendo recolhido todos os vidros do pais (30 milhões), com o gasto de 100 milhões. As pessoas suspeitavam que a empresa fora vitima na pós produção do produto por um terroristo ou psicótico.

Com todas as buscam e investigações feitas pela empresa, acharam somente 8 vidros contaminados. Eles relançaram o produto novamente, só que desta vez na versão "a prova de sabotagem" com o vidro lacrado. No incio de 1983 recuperal 95% de sua participação no mercado e aprenderam que a crise fora um fator que fez a empresa dar um salto qualitativo em termos de empacotamente e comunicação.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Gestão de Crise


Todo o cotidiano de qualquer empresa possui crises. Como a desvalorização da moeda, ou o falecimente do administrador, fracosso nas vendas de um novo produto, entre outros.

A crise sempre é oriunda de algum lugar, podendo ser classificada em dois modos: Nova demanada social e Tecnologia. A primeira visa no código de defesa do consumidor, minoria de grupos organizacionais (GLS, negros, etc.), o meio ambiente, a cobrança ética e reponsável com a sociedade; a segunda é voltada para a rapidez em que as pessoas tem acesso a uma informação com os aparelhos de comunicação, contruindo assim a opinião pública.

Um crise empresarial pode ser interna (buscando estratégias para trazer a normalidade operacional) ou externa (extrapolam o ambiente interno da organização, afetando diferentes públicos de interesse e repercurtindo na comunicação). As suas etapas são dividadas em três partes a pré - crise (persepsão e análise de risco de que a crise acontecerá); ápice (estora a crise e os jornalistas procuram ostentar constantemente) e por último a pós - crise (resultado do que gerou e análise da bolsa de valores, se estabilizou, e campanha de valores.

Para uma empresa comseguir uma extratégia rápida, durante o processo de crise, ela deve avaliar quais seriam seus supostos riscos, elaborando a partir disto o plano de contingencia. O plano de contingencia são documentos onde são postas medidas que devem ser tomadas por uma empresa durante uma eventual crise.

As etapas para o plano são: Qual a imagem da empresa?; qual a sua crise?; qual o meu comando? qual é o meu rumo?; qual a minha face (porta - voz)?; qual é a minha arma (rapidez)?; qual é o meu alvo? Para o trinamento de porta-voz, são realizados simulações (Media Trainning), que prepraram seus movimentos, sua dicção, sua vestimenta, o que falar, entre outros.




domingo, 4 de outubro de 2009

Louis Vuitton


Atualmente a Louis Vuitton tornou-se a maior potência do luxo mundial, passando por vários processos históricos. Para se estabelecer a ultima crise, a empresa teve que se equilibrar e se estabelecer em novos mercados.Hostóricamente a Louis Vuitton teve inicio em 1854, fabricanco malas para a imperatriz Eugenie, esposa do imperador Napoleão III, da França.

Levou muitos anos para esta marca chegar ao seu patamar, tendo sua primeira empreitada em 1977, com duas lojas de produtos e chegando a um valor lucrativo de 1,2 milhão de dolares. A companhia centenária tornou-se simbolo de status no planeta, porém, ela busca equlibrar-se ainda mais neste momento pós - crise para continuar a crescer. Será necessário ampliar o mercado na classe média, o que fora um significativo aumento emergente no ano de 2007, mas sem pode perder a aurea de vender os produtos exclusivos.

Yves Carcelle (herdeiro do grupo), disse que a empresa precisa ser clássica para continuar entrando nos novos mercados, mas para dar certo, deve haver muita diciplina. Segundo a uma pesquisa recente a consultoria interbrand, o monograma LV é a 16ª marca mais valiosa do mundo, todo este cuidade dito por Carcelle é muito válido. Anteriormente a Louis Vuitton era reconhecida apenas como uma empresa de acessórios, até a chegada de Marc Jacobs em 1998, com seus desfiles dando uma aura fashion. Suas coleções resgataram o prestigio da marca e o tornaram o rosto da empresa.

Hoje, a Louis Vuitton fatura mais de 20 bilhos de dolares e seus materiais são altamente valorisados por sua autonomia de produção: uma bolsa é feita por grupo de 6 a 12 funcionários. A partir de agora, toda a nova estratégia do grupo vai depender de um bom desempenho nos mercados emegentes, um deles é o BRIC (Brasil, Russia, India e China).



domingo, 27 de setembro de 2009

Marketing de Luxo


Desde os primórdios, o luxo sempre fora associada à realeza, ao poder e a exclusividade (os egípcios, os gregos, os romanos, entre outros). O processo do luxo continuou, mas em uma pequena indulgência pelo mundo. Não importa em que classe esteja, qualquer pessoa se autogratifica, dando-se um luxo.
O luxo não se define apenas em conforto e elegância (motivo para se pagar caro). Há pessoas que classificam o luxo como simplicidade. Ser simples é ser luxuoso, por exemplo, hotéis de países exóticos que oferecem todo o luxo aos seus clientes, mas ao mesmo tempo, o cliente está na simplicidade do local. Ele adota classificações como: estética, prazer, tradição, simplicidade, bom gosto e o bom consumo. Para toda marca de luxo há um segmento no mercado, ou seja, há um publico específico que possui condições de pagar os preços exorbitantes para realizar suas vontades. Os produtos do luxo são classificados como produtos hedônicos, dão prazer àqueles que o compram.
Há empresas do segmento, que são centenárias (Herme), que para continuar com o seu tradicionalismo, fabricam seus lenços de seda italiana, mantendo a sua estética e a sua exclusividade.
No Brasil os produtos mais consumidos são: moda, bebidas, relojoarias / jóias, cosméticos e hotéis. As marcas mais consumidas são: Armani, H Stern, Tiffany, Channel e Luis Vuitton.
O perfil consumidor / consumidora no Brasil são mulheres de 26 à 35 anos, casadas, sem filhos, formação superior, paulistanas e gastam R$ 5.800,00 por mês. No país, o nível mundial do luxo é pequeno comparado aos EUA e a Europa.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

CASE - CAMISETERIA


A evolução para acompanhar as novidades do mercado globalizado está crescendo. Um desses casos envolve o site Camiseteria, fundada por dois empresários do Rio de Janeiro.

A Camiseteria tem como objetivo atrair um usuário que goste de trabalhar com desenhos, assim este acaba enviando o layout para o site. Os empresários colocam a imagem como a estampa das camisetas e colocam a venda. Caso obtenham muitas vendas, a pessoa que forneceu o layout ganhar uma porcentagem do dinheiro. O processo inteiro é realizado pela internet, para participar é só se cadastrar no site http://www.camiseteria.com/.

A empresa "ponto com", realiza concursos temáticos, ao qual promove desafios para todos os usuários. Para introduzir mais a sua marca nas mentes dos consumidores e dos usuários, a camiseteria criou um perfil no TWITTER, postando todas as novidades para aqueles que se interessarem pela proposta.